O que é e o que não é o amor

Qual é a diferença entre amor e paixão? Neste post você vai entender porque amor não tem nada a ver com encontrar a metade da laranja!

“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente” – Luís de Camões

“Que se chama amor; Tomou conta do meu ser; Dia a dia, pouco a pouco; Já estou ficando louco; Só por causa de você” – Só Pra Contrariar

O amor é o tema favorito dos poemas, das músicas, dos livros, dos filmes e das séries. E não é para menos. É inerente ao ser humano a necessidade de sentir e receber amor.

O amor é o mais nobre, o mais intenso e o mais duradouro dentre os sentimentos.

O amor é como a melodia extraída de uma bela orquestra, como o cheiro inebriante de uma comida bem preparada, como a contagiante sensação de dançar a música favorita.

O amor simplesmente dá forma, sentido e propósito à vida.

O amor acontece de diferentes formas e neste post eu escolhi falar sobre o amor conjugal.

Eu sou uma reles cidadã, nada mais do que uma simples camponesa de nobre coração que vai todos os dias ao bosque recolher lenha, mas preciso discordar do ilustríssimo Camões e do inesquecível Só Pra Contrariar.

Sabe por quê?

Porque ao meu ver, as citações acima não se tratam de amor. Acredito que são boas definições de paixão e vou te explicar porque eu penso assim.

Para começar, vamos conversar sobre o que a Ciência entende por paixão.

O que é a paixão?

A paixão que queima; A paixão que arde; A paixão que explode no coração; Vem do mais fundo profundo; Onde não cabe a razão

Alceu Valença, nesta porção de palavras, mostrou-se um bom entendedor do tópico deste subtítulo.

Paixão é êxtase, alvoroço, agitação e ardência. Paixão é a perda da razão.

Tal como o verso de Camões mencionado no início deste texto, a paixão é confusa e ininteligível. É como um fogo que não arde, uma ferida que não dói . . . reparou como há um quê de irrealidade nesta descrição?

Paixão também é dependência.

De acordo com a psiquiatra e autora Ana Beatriz Barbosa, a pessoa que está apaixonada é dominada por uma necessidade de estar com o outro, de ver o outro, de falar com o outro e de controlar o que o outro está fazendo.

Quando está apaixonada, a pessoa acredita que se não estiver com a pessoa que diz amar, pode até morrer. Isto lembra a música do início, que provavelmente você ainda está cantarolando: “Tomou conta do meu ser ( . . . ); Já estou ficando louco; Só por causa de você”.

Estudos de neuroimagem mostraram que o cérebro de um apaixonado funciona exatamente como o cérebro de um dependente químico.

Provavelmente você já ouviu falar do lobo frontal, certo?

Dentre outras funções, esta parte do cérebro é responsável por planejar, resolver problemas, formar julgamentos, tomar decisões e controlar impulsos. É também o lobo frontal que regula a nossa atenção e o nosso comportamento social.

No estado da paixão, o lobo frontal funciona de forma alterada, tal como ocorre com quem tem um vício nocivo.

Portanto, quem está apaixonado fica fisiologicamente mais impulsivo e mais compulsivo. 

A paixão é cega e não leva em conta a realidade. Para o apaixonado, tudo o que o outro faz é perfeito. Aliás, para alguém apaixonado, o outro é perfeito.

Pode ser difícil para um apaixonado perceber, mas a paixão é egocêntrica.

Repare algumas frases clássicas de quem está apaixonado:

“Quando estou com ele, eu sinto que eu sou realmente importante.”

Eu não posso acreditar que uma coisa tão incrível assim aconteceu comigo.”

“Com ela, eu me sinto completo.”

Notou quantas vezes aparece a palavra “eu” e suas derivações?

E esta relação da paixão com a centralização do ego vai além.

“A paixão está muito associada a uma projeção do que a gente deseja para preencher os nossos vazios”, completa a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa.

Sendo assim, conclui a doutora, a gente não se apaixona por uma pessoa, mas pelo nosso desejo de encontrar alguém magicamente perfeito que preencha todas as nossas necessidades.

Pode ser difícil conceber, mas a paixão está dentro do cérebro humano como uma necessidade que nós temos de fugir da realidade que nem tudo na vida é encantador.

Quanto tempo dura uma paixão?

Estudos revelam que o estado da paixão dura de seis meses a dois anos.

Depois da paixão, pode vir o amor. Mas e se não vier?

Bem, levando em conta que a paixão é cega e imprudente, não é sensato tomar decisões importantes durante este período em que o cérebro não está operando em condições normais.

Quase metade dos divórcios registrados no Brasil em 2020 foram de casamentos com menos de dez anos.

Dez anos é um período amplo, mas dentro desta faixa tem os casamentos finalizados depois de um, dois ou três aniversários. É coerente cogitar que muitos destes divórcios estejam relacionados à realidade que sucedeu o término do estado da paixão cega.

Dados comprovados pela estatística e pela Ciência realmente atestam que, depois de um tempo, a paixão acaba. E como diriam Leandro e Leonardo, “quando vem a lucidez”, a pessoa pode constatar que se casou com alguém com quem é incompatível, que está junto de uma pessoa que na realidade é apenas a idealização projetada e concebida pelo estado da paixão.

E qual é o resultado disto?

Divórcios ou casamentos infelizes.

Clark W. Blackburn, Diretor-Geral da Associação de Serviço à Família falou sobre está triste realidade: “Não há dúvida de que uma porcentagem tragicamente elevada dos jovens casais que permanecem casados estão desiludidos e sentem-se insatisfeitos com seu casamento, a ponto de se tornar algo maçante, uma encenação, uma carga, um fracasso.”

A paixão é um estado incrível, uma sensação magnífica!

Estar apaixonado é a delícia de saborear a sobremesa favorita, a empolgação de fazer a viagem dos sonhos, a refrescância de tomar um banho de chuva num dia de calor.

Mas assim como não é possível viver comendo apenas doces, nem passar o tempo todo como turista, tampouco estar sempre debaixo de chuva, viver apaixonado não é apropriado nem faz sentido.

Além disso, viver apaixonado é humanamente inviável porque a paixão consome uma energia imensa, sim, um grande gasto calórico. É por este motivo que algumas pessoas apaixonadas literalmente emagrecem.

Logo, paixão é um lugar para se visitar, e não para morar.

E é aqui que chega o amor.

O que é o amor?

Amor não é algo a ser dito logo quando conhecemos alguém, mas algo a ser reconhecido depois que o tempo passa.”

O amor é realidade, serenidade e paz.

Contrário à paixão, quem ama não tem a necessidade de estar com o outro o tempo todo nem de controlá-lo a todo momento. Não. Quem ama apenas quer ver o outro feliz, independente de estar ou não perto dele.

O amor diz respeito a parceria, amizade, cumplicidade. Feliz é aquele que se apaixona por seu melhor amigo, porque o amor tem muito a ver com isto: um melhor amigo por quem você sente atração sexual e uma ternura especial.

Quando você ama alguém, você sente admiração e respeito por esta pessoa. Você se interessa pelos projetos dela e torce pelas suas conquistas.

Diferente da paixão, o amor não é cego. O amor enxerga as falhas e os defeitos do outro e está disposto a ajudar seu parceiro ou sua parceira a transcender e se tornar uma pessoa melhor.

Aliás, quando você é contemplado pela pureza do amor, as pessoas à sua volta costumam perceber e elogiar seu progresso como ser humano. Diferente da paixão que, por vezes, te faz involuir. Se as pessoas que gostam de ti te alertam com dizeres como: “eu não te reconheço mais”, “você mudou muito”, tome cuidado. O resultado do amor é avanço e ascensão. E não decréscimo e decadência.

Algo sublime do amor é que ele é generoso e não procura seus próprios interesses.

Ao contrário da paixão, embora envolva fortes sentimentos de ternura, no amor estas emoções são contrabalançadas pela razão e por um profundo respeito mútuo.

Quando ama, a pessoa se preocupa com o bem estar e o contentamento do outro tanto quanto com os seus próprios.

O verdadeiro amor não é prejudicado pela passagem do tempo. Aliás, o melhor modo de testar seus sentimentos para com outra pessoa é permitir que passe algum tempo. O tempo é um grande examinador e revelador de sentimentos.

O verdadeiro amor não acontece da noite para o dia. Nem é a pessoa que seria um bom marido ou uma boa esposa necessariamente alguém que você acha incrivelmente atraente.

O amor não envolve você todo dia estar “amando” a outra pessoa. Tem dias que você pode achar ela uma chata e irritante e queira distância. O amor tem sim esta maleabilidade porque quem ama consegue perceber que o outro não é perfeito e que nesta outra pessoa existem certas características que pode ser desafiador lidar. Mas você a ama mesmo assim.

Amor é encontrar a metade da laranja?

Se você concorda com o que foi discutido até então, provavelmente consegue ao menos questionar este dito popular.

Encontrar a metade da laranja não tem a ver com amor.

Tem a ver com hortifruti.

Te confesso que demorei pra conceber a ideia. Eu por muito tempo achei que sim, que o amor vinha para completar e preencher o que não estava pleno.

Mas não, isto não é amor. Isto está mais para carência ou para necessidade.

O amor genuíno acontece no encontro de duas pessoas que se sentem felizes e completas por si sós. Se você precisa estar com alguém apenas para ocupar um espaço e fazer um barulho que não te permitam encontrar e escutar seus fantasmas internos, você dificilmente será contemplado pelo sincero sentimento de amar e ser amado.

Ao invés de relacionar com duas metades incompletas de uma laranja, podemos dizer que o amor é como um martelo e um serrote.

Ambos são ferramentas completas. Ambos possuem suas próprias finalidades e seus próprios formatos. Mas quando operados conjuntamente, eles se apoiam e se complementam.

Assim acontece com o amor. Quando duas partes diferentes que já se sentem completas sendo como são se encontram e se relacionam, as suas qualidades se complementam e se apoiam. Dentro de suas diferenças atribuídas, seus pontos fortes se contrabalanceiam ou se compensam e o resultado é que ambos se tornam pessoas melhores.

O amor na arte

Pelo que eu e você conseguimos perceber até então, a forma como as músicas e os filmes vendem o amor é bem diferente do que este sentimento de fato é. O amor na arte está mais para paixão ou até carência.

E isto é ruim, concorda?

Porque emergidos nesta concepção de amor, acabamos adotando um conceito distorcido do que é um relacionamento amoroso e acabamos idealizando algo inalcançável com um fatídico resultado: frustração e decepção.

Masssss . . .

Tenho que te confessar que pelo menos três séries me fizeram perceber coisas interessantes sobre o amor.

E tenho mais uma confidência . . .

São três séries coreanas.

Não me julgue, colega! Para o vosso conhecimento, as séries coreanas são o máximo! Só discorda disso quem ainda não navegou por estas águas.

Vou te contar quais são estas séries que retratam características importantes do que é o amor de verdade.

O amor é generoso

Julgo inconcebível de minha parte não mencionar o relacionamento de quem, dorameiras de plantão? Sim! Da Yoon Se-ri e do Ri Jeong-hyeok de Crash Landing on You (Pousando no Amor).

Se você nunca assistiu essa imperdível comédia romântica com uma tremenda pitada de drama, trata-se da história de uma sul-coreana que, acidentalmente, vai parar na Coreia do Norte.

Se-ri, a tal sul-coreana, é uma empresária muito bem sucedida e uma mulher cheia de carisma, atitude e bom humor.

E é na Coreia do Norte, onde literalmente a Se-ri cai de paraquedas, que habita o (muso) Jeong-hyeok, um soldado norte-coreano muito competente e um homem de bom caráter, responsável e corajoso.

Depois da divisão da Coreia em 1953, as Coreias do Norte e do Sul foram separadas por uma fronteira quase impenetrável, impedindo qualquer pessoa de atravessar para o outro lado. A lei sul-coreana impede qualquer comunicação com pessoas na Coreia do Norte que, por sua vez, proíbe a entrada de sul-coreanos em seu território.

E é aqui que está o grande enigma e o grande fascínio da série. Como poderá este casal ficar juntos e viver o amor mútuo que desenvolveram?

É claro que nos filmes e nas séries o amor nasce num tempo recorde e quase sempre parece que estamos diante de um casal em que ambos parecem indefectíveis, especialmente quando falamos de séries coreanas.

O que gostaria de destacar deste lindo k-drama tem a ver com o altruísmo e com a generosidade do amor.

Se-ri e Jeong-hyeok estavam bem conscientes de que a possibilidade de ficarem juntos era insólita. Mas o empenho que ambos fizeram pela felicidade do outro, mesmo que estivessem separados, mostra que o sentimento que os havia os contemplado era ele: o amor.

Vou compartilhar contigo uma parte bem especial.

A Se-ri é uma super empresária. Em virtude de sua agitada vida de trabalho e de sua vaidade um tanto quanto atrelada ao fato de trabalhar com moda, ela negligenciava alguns hábitos essenciais para uma vida mais saudável e mais agradável.

De um jeito inusitado e carinhoso, mesmo não estando com ela, o Jeong-hyeok providenciou que a Se-ri desenvolvesse o hábito de não ir trabalhar de barriga vazia, de dirigir com mais cuidado e atenção, de fazer as refeições com horário marcado e na companhia de outras pessoas, e de caminhar diariamente trinta minutos ao ar livre.

Este casal fictício é um exemplo real do quão generoso é o amor, do quanto ele procura e se importa de verdade com os interesses do outro. E com o bem estar e a felicidade do outro.

Querem mais um estudo de caso?

Acompanhe-me.

O amor confia

De um romance doce e inocente, pulemos para um drama cheio de suspense psicológico e agonia. Muita agonia.

Você conhece o Baek Hee Sung e a Cha Ji Won, de Flower of Evil (Flor do Mal)?

Vou te contar um pouco sobre os pombos.

Casados há cerca de dez anos e pais de uma linda menininha de seis anos, Baek Hee Sung e Cha Ji Won parecem o casal perfeito.

No entanto, fatos do misterioso passado de Baek Hee Sung começam a vir à tona graças à investigação de uma eficiente detetive. E quem é essa detetive; caro leitor, prezada leitora?

Sim, a esposa dele, Cha Ji Won. 

Quando o arquivado caso de um serial killer volta a ser estudado, a detetive Cha Ji Won jamais imaginaria que a identidade de tal terrível assassino estaria combinada ao seu aparentemente inofensivo marido.

O desenrolar da trama é sensacional; e a interpretação dos atores, impecável. Indico fortemente esta série.

Mas uma característica interessante sobre o amor – sim, o amor – que há entre estes dois personagens é a confiança.

Em um certo momento da história, Cha Ji Won enfrenta um terrível dilema onde a decisão dela determinará vidas. E o que ela escolhe? O que ela faz?

Ela lembra de um momento do passado quando o marido lhe pede para sempre confiar nele, independente do que houver. E ela escolhe acreditar no marido.

Mas falar até papagaio fala. Será que ela estava cega pelo poder enganoso da paixão? Estava ela sendo tola por acreditar em palavras jogadas ao vento?

Não. Eles tinham um sólido relacionamento de muitos anos. Ela sabia quem ele era, seus defeitos, suas qualidades. E ele construiu um histórico de confiança e credibilidade que, naquele momento decisivo, a fez lembrar da parceria e da cumplicidade que havia entre ambos. Por tudo isso, ela escolheu confiar nele. E não se decepcionou.

O amor confia porque no amor há companheirismo, amizade e reciprocidade. 

Quando há amor, não há dúvidas – nem sobre o que você sente tampouco sobre o que o outro é e o que o outro sente. Quem ama confia. Confia no outro e no seu próprio sentimento.

Quem fala que dois é bom e três é demais é porque não conhece a terceira e última história de amor que vou te contar agorinha, uma história que mostra que . . . 

O amor é corajoso

Vamos agora para o litoral da Coreia do Sul. Our Blues (Amor e Outros Dramas) é o nome da série onde está o casal que representa a coragem do amor.

Amor e Outros Dramas foi escrita de uma forma muito singular. Esta série conta oito histórias de amor – amor de casal, de mãe e filho, de amigos. Histórias bem redigidas e comoventes. Trilha sonora impecável, diga-se de passagem.

E uma destas histórias é a do Park Jung Joon e da Lee Young Ok. O amor que nasceu entre eles se desenvolveu de forma doce e leve. Eles desfrutavam de um relacionamento muito harmonioso até surgir uma situação que fez Lee Young Ok terminar o namoro. 

Por quê? 

Porque na cabeça dela, era algo que dificultaria a relação deles.

Houve traição? Um deles era casado e o outro não sabia? Algum deles tinha uma característica impossível de suportar? Havia algum forte motivo legal ou moral que os impedia de permanecer juntos? 

Não. Era algo que só precisava de coragem para enfrentar.

E o amor é corajoso. E foi isso que Park Jung Joon mostrou – coragem para lidar com a adversidade que ele sabia que ambos poderiam administrar juntos.

A parte que eu mais gosto da história deles é uma caminhada que eles fazem juntos discutindo tal situação que estava os separando.

Com firmeza, ele insiste para eles ficarem juntos. Em tom de sermão mesmo. Não era teimosia, nem imposição, e ele tampouco estava sendo inconveniente. Ele sabia da reciprocidade dos sentimentos dela e sabia que sua atual ex-namorada queria continuar junto dele. Só faltava coragem.

Mas o Park Jung Joon foi corajoso.

Sabe o que esse moreno lindo, alto e determinado fez?

Ele seguiu caminhando do lado dela, pegou na mão dela e a segurou firme. Ela quis soltar e ele continuou segurando. Ela seguiu tentando se desprender e ele permaneceu segurando na mão dela. Até que ela cedeu e fez o que era a vontade dela também – segurou na mão dele. E eles permaneceram juntos e, é claro, administraram bem aquela dificuldade porque querida . . . estamos falando de série. E mais, série coreana. 

Mas como a boa romântica / otimista que sou, acredito que a coragem do amor o faz perseverar diante dos desafios que vão surgir todos os dias, ou todas as semanas, ou todos os meses. Porque o amor verdadeiro é assim. O amor não é reprimido e covarde. O amor é determinado e corajoso.

E quanto tempo dura o amor?

Comentei acima o tempo que a Ciência estima que dura a paixão, lembra? 

E o amor? Quanto tempo dura o amor?

A resposta mais convincente e mais profunda que encontrei foi no que, pra mim, é o manual do ser humano, isto é, a Bíblia.

No Cântico de Salomão, o livro poético das Escrituras Sagradas, composto há cerca de 3.000 anos, encontramos uma frase bem impactante. O sábio Rei Salomão de Israel disse que “o amor é tão forte como a morte”. (Cântico de Salomão 8:6)

O que este inteligente escritor quis dizer quando comparou o amor à morte?

A morte reivindica infalivelmente a vida do ser humano. O verdadeiro amor é tão forte assim. O amor não é frágil e instável como o adormecer. O amor é irredutível e definitivo como a morte. Sendo assim, o amor nunca acaba.

Pra você que ficou aqui nestes cerca de trinta minutos de leitura, um presente especial: o relato em vídeo de uma linda e real história que contempla a generosidade, a confiança, a coragem e várias outras facetas do amor. Aproveite!

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3 respostas

  1. Su acabei de ler sobre diferença de paixão e amor.concordo plenamente . Parabéns pela matéria escrita com tanta dedicação e zelo. 💕💕💕💕💕💕💕💕

  2. Que bela leitura! Com situações de músicas, séries (que não assisti, mas deu vontade) e até texto bíblico. Muito bom como sempre. 🥰

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